Kombi e o Movimento Hippie Destaque

Mais que a preferida dos Pasteleiros, é um ícone da Contra Cultura!

 

Nos anos 1960, muitos jovens passaram a contestar a sociedade e a pôr em causa os valores tradicionais e o poder militar e econômico. Esses movimentos de contestação iniciaram-se nos Estados Unidos, impulsionados por músicos e artistas em geral. Os hippies defendem o amor livre e a não violência. O lema "Paz e Amor" sintetiza bem a postura política dos hippies, que constituíram um movimento por direitos civis, igualdade e antimilitarismo nos moldes da luta de Gandhi e Martin Luther King, embora não tão organizadamente, mantendo uma postura mais anárquica do que anarquista propriamente, neste sentido.

 

Como grupo, os hippies tendem a viver em comunidades coletivistas ou de forma nômade, vivendo e produzindo independentemente dos mercados formais. Usam cabelos e barbas mais compridos do que era considerado "elegante" na época do seu surgimento. Muita gente não associada à contracultura considerava os cabelos compridos uma ofensa, em parte por causa da atitude iconoclasta dos hippies, às vezes por acharem "anti-higiênicos" ou os considerarem "coisa de mulher". Foi quando a peça musical Hair saiu do circuito chamado off-Broadway para um grande teatro da Broadway em 1968 que a contracultura hippie se massificou.

 

Os Hippies não pararam de fazer protestos contra a Guerra do Vietnã. A massa dos hippies eram soldados que voltaram depois de ter contato com os Indianos e a cultura oriental e que, a partir desse contato, se inspiraram na religião e no jeito de viver oriental para protestarem contra o estilo de vida ocidental. Seu principal símbolo era a figura circular com três intervalos iguais[carece de fon

 

KOMBI – ÍCONE HIPPIE


Hippie que era hippie não ligava para carro. Afinal, era contra o consumismo e andava a pé, com suas sandálias de couro. No máximo, gostava de rodar de Fusca ou Kombi.


Um ícone para a Volkswagen e para uma legião de pessoas em todo o mundo. Nos Estados Unidos, na década de 60, a Kombi era utilizada pelos “hippies” como uma espécie de veículo albergue. Milhares delas eram vistas nas praças americanas, servindo de residências móveis para o pessoal itinerante daquela geração.


Idealizada pelo holandês Bem Pon na década de 40, que pretendia utilizar o confiável conjunto mecânico do VW Fusca em um veículo de carga leve, a produção da Kombi – abreviatura de Kombinationsfahrzeug, expressão alemã que define veículo multiuso – foi iniciada na Alemanha, em 1950. O destaque naquela época era a carroceria monobloco, a suspensão reforçada e o motor traseiro, refrigerado a ar, de 18,4 kW.


A Kombi, conhecida originalmente como Volkswagen tipo 2, tem um longo retrospecto como plataforma móvel para protestos. Foi desenvolvida com base no famoso sedan Volkswagen, o Fusca, e foi produzida em sua forma original até 1979.


No final dos anos 60, se tornou uma alternativa evidente ao carro de família. Era o veículo perfeito para que irmãos e irmãs unidos no espírito do movimento se deslocassem estrada afora.


Fonte: Wikipédia e Autoclassic

 

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